A tecnologia como transformadora na indústria de bens de consumo
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A tecnologia como transformadora na indústria de bens de consumo

11 de novembro de 2021

O investimento em tecnologia na indústria de bens de consumo (CPG) é vital. Esse é um segmento de extrema importância para o país, pois impacta diretamente em outras áreas da economia e até mesmo em outros setores industriais. Prever orçamento para inovação é não só uma questão de modernidade, mas também de subsistência.

Nitidamente, vivemos em uma era digital, marcada por inovação e transformações que acontecem rapidamente. 

Nesse contexto, temos o fato de que a indústria de bens de consumo é um dos principais parâmetros de como anda o poder de compra e a confiabilidade no mercado. Isso porque ela acompanha as altas e baixas políticas, sociais e seu consumo está intrinsecamente ligado ao dia a dia da população.

Segundo o Portal da Indústria, a indústria de transformação, porção onde CPG se enquadra, foi responsável 11,3% do PIB brasileiro em 2020, além de ser geradora de 14,4% dos empregos formais nacionalmente.

Esses dados poderiam ser ainda mais relevantes se houvesse maior adesão à indústria 4.0, que se mostra altamente rentável e eficaz onde quer que seja implementada. É somente por meio dela e da transformação digital que conseguiremos competir com países como China ou Índia em produtos que vão além do agronegócio.

Como a tecnologia pode transformar a indústria de bens e consumo?

A última década trouxe ou aperfeiçoou de maneira significativa algumas tecnologias muito úteis à manufatura. 

O volume intenso de informações que chegou com o Big Data, a versatilidade e aplicabilidade de ioT ou o uso massivo de armazenamento em nuvem, por exemplo, elevaram o patamar empresarial. 

Veja alguns exemplos de como a tecnologia pode realizar uma verdadeira “virada de chave” nesse meio:

Robótica

Embora os robôs sejam usados na indústria há mais de quatro décadas, é fato que hoje em dia eles acumulam funções muito mais modernas e diversas. 

Eles podem ser colaborativos, trabalhar em conjunto com os funcionários, transportar material ao longo da fábrica, realizar cortes com precisão, ou montar itens com maestria e rapidez.

Investir em robôs minimiza muito erros ocasionados por falhas humanas e até mesmo colabora para um ambiente mais seguro, por minimizar a fadiga causada por tarefas repetitivas.

Impressão 3D

A impressão 3D revoluciona diversas áreas da economia – como é o caso da construção civil, por exemplo. 

Recentemente, a tecnologia se expandiu até para a indústria de alimentos, ainda que não esteja totalmente consolidada nessa área. 

Já prototipagem é uma vantagem inegável (e usada mais tradicionalmente) desse tipo de impressão, bem como a customização dos mais variados produtos. 

Assim, o desenvolvimento de novos itens pode ser feito com menor custo, causando menos desperdício. 

Internet aprimorada e ioT

Conforme haja boa conectividade no chão de fábrica, o uso de ioTs pode ser outro aspecto completamente favorável. 

Eles são dispositivos programados para detectar algo previamente programado, contabilizar elementos ou fazer medições.

Os sensores podem aferir temperatura, agir na prevenção de acidentes ou checar a produtividade do maquinário, por exemplo. 

Nesse último caso, é possível entender, com base em dados, quais são os ajustes de produção que podem ser feitos naquela fase, visando aumentar a eficiência.

Inclusive, o Brasil começa a implementar a tecnologia 5G e a expectativa é que, com a velocidade e qualidade aprimoradas, a indústria 4.0 avance por aqui.

Sistema de gestão empresarial

A fim gerenciar e tirar o melhor proveito de todas essas – e outras – tecnologias, é preciso que haja um sistema central, que forneça unicidade e organize todos os inúmeros processos envolvidos na indústria de bens e consumo.

Criar uma conexão é necessário não só para gerar relatórios de analytics em tempo real sobre o andamento das atividades na fábrica, mas também para criar relações lógicas e evidentes sobre como o trabalho de cada departamento está impactando na eficiência geral.

Para isso, contrate ou migre para o melhor sistema de gestão do mercado: o SAP S/4Hana. Ele é um gestor completo para grandes empresas e tem inúmeras funcionalidades que integram as áreas de Finanças, Vendas, Recursos Humanos, Compras, entre outros. 

Saiba como a Cast group revolucionou esse mercado há mais de 30 anos, com clientes no setor público e privado.

Dados na nuvem
Outro avanço tecnológico foi a consolidação do uso dos dados hospedados em nuvem. 

Isso conferiu às empresas melhor custo-benefício, segurança das informações, acessibilidade e a questão de se tornar multiplataforma em um mundo que exige agilidade e flexibilização.

Sobretudo quando falamos de CPG, onde as mudanças acontecem de forma acelerada e é preciso tomar decisões com precisão.

Hoje em dia, todas as empresas que estão alinhadas com um pensamento estratégico voltado ao digital e às novas formas de consumo já possuem seus sistemas e dados hospedados em nuvem ou se preocupam em migrar em um futuro muito próximo.

A importância da estruturação tecnológica em CPG

Existem alguns pilares básicos de atuação em toda empresa. São eles: planejamento, organização, execução, gestão e monitoramento.

Sem que haja sinergia entre esses pontos, além de atenção e dedicação em cada etapa, dificilmente um negócio se mantém sustentável a longo prazo. Ainda mais na atualidade, onde as companhias enfrentam obstáculos diversos e competitividade voraz.

Contar com o auxílio de tecnologia de ponta e de sistemas de gestão eficientes podem ser a diferenciação necessária para evoluir ainda mais no mercado.

Conheça as soluções que a Cast group tem para a indústria de bens de consumo e veja como se preparar da melhor forma para as oscilações do segmento.



 
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