Gestão de projetos e gestão de produtos: diferenças e desafios a superar Gestão de projetos e gestão de produtos: diferenças e desafios a superar
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Gestão de projetos e gestão de produtos: diferenças e desafios a superar

9 de agosto de 2021

Há muitas formas de desenvolver soluções dentro de uma empresa. A gestão de projetos já é uma velha conhecida, mas também podemos falar sobre a gestão de produtos, que cada vez mais ganha visibilidade corporativa. A diferenciação e implementação das suas técnicas ainda é algo nebuloso pelas equipes, o que muitas vezes gera bastante ansiedade e frustração. 

Como possuem funções bastante distintas, é importante que não haja confusão e que as organizações optem pela melhor alternativa para a fase em que se encontram, assegurando o máximo de qualidade na entrega.

Veja como cada uma delas se enquadra, porque a gestão de produtos tem se tornado tão popular e quais são os desafios a serem superados.

O que é a gestão de projetos?

A gestão de projetos tem como propósito principal organizar demandas para realização de um determinado propósito.

O objetivo principal é a entrega do que foi proposto para o cliente, apoiando-se em planejamento estruturado, processos e cronogramas precisos para que tudo seja executado com maestria, dentro de um prazo acordado.

Dessa forma, conta com certa previsibilidade de etapas, levando em conta que tudo o que seria necessário para que a ação aconteça já foi previamente mapeado, relacionado e as funções foram distribuídas entre as partes que se envolveram no desenvolvimento.

Se baseia então em prazos, identificação de riscos para minimização de erros e otimização das atividades, definição de escopos e gestão orçamentária e qualitativa.

É uma ótima forma de estruturar times que têm muitas demandas paralelas e se certificar de que haverá praticamente nenhum impacto ao longo do desdobramento. Dá um ótimo senso de responsabilidade e organização a todos os envolvidos.

No entanto, essa forma de gestão é questionada por, geralmente, não ter muita flexibilidade e adaptação. 

Dessa forma, alguns executivos defendem que isso limita o potencial de entrega e estabelece regras muito rígidas, onde não há espaço para aperfeiçoamento ou criatividade.

Mas então, o que exatamente é a gestão de produto?

É uma forma mais ampla de entrega, onde o objetivo central é o resultado e a prioridade é a eficiência.

A ideia aqui é ouvir o público e pesquisar o mercado, entendendo o que de fato precisa ou deve ser feito para que o desfecho seja bem sucedido. 

Busca pela experimentação e não se prende necessariamente a prazos, e sim em fazer todos os ajustes necessários para que o produto final seja o mais bem sucedido possível.

Assim sendo, gira em torno da adaptabilidade, das melhorias e colocam o cliente no centro.

Qual a diferença entre gestão de projetos e gestão de produtos?

Enquanto a gestão de projetos é uma maneira de garantir a entrega, a gestão de produto é a procura por agregar valor ao negócio.

Os projetos buscam por financiamento para finalidades pontuais, enquanto o investimento de produto varia de acordo com as necessidades da empresa em determinado período de tempo.

Isto posto, a diferenciação fundamental entre elas é o dinamismo.

É por isso que, em um mundo tão acelerado como o que experienciamos ultimamente, a gestão de produtos segue em evidência.

Uma vez que centraliza as prioridades do público e as necessidades do cliente, tende a ser mais assertiva – mesmo que isso demande mais tempo dos profissionais.

Aliás, falamos sobre a mentalidade disruptiva no nosso artigo de Design Thinking, vale conferir.

Os desafios de conciliar as duas alternativas 

O problema é orientar a cultura organizacional para esse pensamento, até porque o foco em entrega é uma cobrança recorrente, sobretudo nas empresas de grande porte.

Ao mesmo tempo, se a gestão de produto não estiver completamente concentrada em objetivos e resultados pré-estabelecidos, há grandes chances de se perderem na jornada ou até mesmo abandonar o projeto.

Afinal, muitas pessoas precisam de metas claras e deadlines pré-estabelecidos para conseguir dar andamento em seus projetos.

Evidentemente, a sugestão não é deixar os prazos de lado para sempre ou abolir a gestão de projetos. A ideia é equilibrar as duas formas de atuação ou chegar em uma forma híbrida, aproveitando o que de melhor as duas têm para oferecer.

Assim, é possível aliar entrega a resultado e alcançar resultados extraordinários.

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Dessa maneira, sua empresa deve ter o suporte de uma solução realmente efetiva, que permita escalabilidade, eficiência e também dinamismo para comportar e orientar as estratégias.

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