Pequenas e médias empresas geram 70% dos empregos no Brasil 
BLOG
Gestão Empresarial

Pequenas e médias empresas geram 70% dos empregos no Brasil 

30 de agosto de 2021

As pequenas e médias empresas brasileiras representaram quase 70% de toda a geração de novos empregos nos últimos meses, segundo dados divulgados pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Cadeg).30

O resultado se deve principalmente ao avanço da vacinação e melhora da economia, com o crescimento do PIB previsto para 5,3% em 2021, ante a estimativa anterior de 3,5%.

De acordo com o Governo Federal e dados do Cadeg, o primeiro semestre registrou 1.536.717 novos empregos com carteira assinada no país, sendo que os setores que mais contrataram foram o de serviços (informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas) e o comércio.

De fato, esses foram os segmentos mais afetados pelas medidas restritivas, em conjunto com a crise econômica e sanitária. Somente no mês de junho, houve alta de 125.713 postos em serviços, contra 72.877 postos no comércio.

Como base de comparação, a indústria gerou 50.145 postos, a agricultura 38.005 vagas e a construção 22.460.

A resiliência das pequenas e médias empresas mostra o quão importante é para os empreendedores criar soluções criativas e pensar no futuro de forma mais estratégica.

Como as pequenas e médias empresas aproveitam a desocupação gerada pela crise?

Embora possa parecer otimista demais, é verdade a máxima de que toda crise traz consigo oportunidades de aprendizado e crescimento.

Ao fazermos um paralelo entre desocupação e abertura de vagas, temos que, as PMEs que tiverem condições de investir em novos talentos para sua companhia, certamente terão sucesso a longo prazo.

Isso porque muitos dos excelentes profissionais que estavam retidos em outros postos agora estão desempregados, o que traz uma ótima oportunidade de captar habilidades que até então estavam fora de cogitação para o seu negócio.

Além da retenção de talentos, a vantagem de contar com pessoas que estão motivadas a superar o desemprego e que buscam estabilidade é óbvia: muito mais energia e vontade de fazer os projetos darem certo!

Assim, torna-se realmente viável colocar projetos mais ambiciosos em pauta, desde que haja um bom planejamento e controle financeiro devido.

O cenário para as pequenas e médias empresas brasileiras

Um estudo feito globalmente pelo Facebook, em parceria com a OCDE e o Banco Mundial, com cerca de 35 mil pequenos empreendimentos, em 27 países, revelou que 43% tiveram que demitir mais da metade dos funcionários em decorrência da crise sanitária. Destes, apenas 25% pretendem recontratar após a retomada econômica.

As dificuldades são notórias: a dificuldade em manter um fluxo de caixa e de se sustentar financeiramente no longo período em que a crise e as restrições perduraram, a quebra na cadeia de fornecedores e suprimentos e a baixa margem para adaptabilidade que tinham – principalmente em relação a empresas maiores, ou que não dependiam diretamente do contato e/ou presença física dos clientes.

No momento, é preciso contar com todo o apoio econômico que o governo puder dispor, além de modernizar suas relações, seja com os consumidores, seja com as finanças e modelo de negócio.

Aderir ao meio digital é uma das principais dificuldades para muitos empreendedores, que entendem que devem investir na transformação digital, mas muitas vezes não sabem  bem ao certo por onde começar.

Para se ter uma ideia, dados de uma pesquisa da britânica Raconteour mostraram que em relação à tecnologia, 34% dos pequenos negócios não sabiam avaliar quais seriam as ferramentas ideias para seu caso, enquanto 41% não investiram em nenhum tipo de solução digital. 

Obviamente, falamos de mercados completamente diferentes, mas pensando que o Brasil ainda tem um baixo nível de especialização em inovação e no meio online, já é possível deduzir que por aqui as estatísticas não devem ser muito diferentes para as PMEs.

Como as PMEs podem se preparar melhor daqui para a frente 

É preciso correr contra o tempo em busca de especialização e conhecimento, para que o crescimento se acelere ainda mais entre as empresas brasileiras de menor porte.

O estudo de retomada das PMEs para esse ano, feito pelo Serasa, destaca que 80% das empresas desejam seguir com os investimentos em digitais mesmo após a pandemia e 55% têm expectativas de crescimento. 

Para isso, fora a perspectiva de ter toda a população devidamente vacinada, também é fundamental ter familiaridade com ferramentas que facilitam a gestão, bem como ampliam a capacidade de gerar mais vendas e ter diferenciais competitivos.

Futuramente, será praticamente inviável (mesmo para as pequenas e médias empresas) não contar com um ERP hospedado em nuvem, por exemplo, que nada mais é do que um centralizador de todas as atividades do empreendimento.

Ao conectar todas as áreas de um negócio em um só lugar, fica completamente mais intuitivo estabelecer um paralelo entre causa e consequência, fazendo ajustes rápidos.

Esse aspecto representa um enorme ganho de agilidade e proporciona um olhar muito mais estratégico, uma vez que os riscos são minimizados e as inúmeras tarefas do dia a dia são condensadas e automatizadas. 

São ferramentas como essa que farão com que as pequenas e médias empresas finalmente possam olhar para o futuro, investindo em mão de obra qualificada e crescimento.

Conte com a Cast group, empresa com mais de 30 anos no mercado de gestão empresarial, inovação e tecnologia, para auxiliar seu negócio através do SAP Business One: uma solução completa, de valor acessível e uma verdadeira revolução para a sua rotina.

Vamos construir, juntos, um país melhor e cheio de oportunidades? Entre em contato conosco e conheça nosso trabalho.



 
Compartilhar

Você também pode gostar:





VER TODOS OS POSTS